Domingo passado, dia 11, tentamos assistir ao concerto da Orquestra Sinfônica de Vancouver. Sim, tentamos, porque aqui a vida é assim: ou você se programa ou você se ferra! Aquele negócio de juntar a galera e sair de supetão, especialmente para um evento de qualidade e gratuito, é sinônimo de dor de cabeça e perda de tempo rodando para achar um mísero lugar para estacionar o carro!
Para piorar a situação, saímos atrasados e já iríamos perder o começo do show de qualquer maneira, porém não esperávamos que tanta gente iria ao Parque do Lago do Veado com suas toalhas xadrez brancas e vermelhas, suas cestas de piquenique do desenho do Zé Colmeia, que antes tinha acento, carregando suas cadeiras de praia acompanhados de seus pequenos para curtir uma noite agradável de boa música com uma paisagem exuberante.
Acabamos por encontrar um lugar muito suspeito para estacionar. Suspeito porque não havia outros carros, no entanto parecia próximo ao local do evento, então lá fomos nós. De fato, a rua era do lado do parque. O único senão é que sua área é imensa e, quando avistamos a distância da qual estávamos do palco, desistimos da dura empreitada de ir caminhando e voltamos para o carro com o rabo entre as pernas bastante frustrados e quase dispostos a desistir.
Resolvi então, entrar em um dos estacionamentos disponíveis mais uma vez para procurar alguma vaga, que lá estava a nos esperar. De qualquer forma, já eram quase nove da noite e, tendo o show começado às sete e meia, senti-me bastante desapontado.
Ao sair do carro, observei muita gente deixando as dependências do parque e logo pensei que o concerto tinha acabado. Não tinha. Faltava eu chegar. Quando, enfim, atingi meu objetivo, o maestro pegou o microfone e disse: “Júlio, cara, essa é pra ti!”
Para piorar a situação, saímos atrasados e já iríamos perder o começo do show de qualquer maneira, porém não esperávamos que tanta gente iria ao Parque do Lago do Veado com suas toalhas xadrez brancas e vermelhas, suas cestas de piquenique do desenho do Zé Colmeia, que antes tinha acento, carregando suas cadeiras de praia acompanhados de seus pequenos para curtir uma noite agradável de boa música com uma paisagem exuberante.
Acabamos por encontrar um lugar muito suspeito para estacionar. Suspeito porque não havia outros carros, no entanto parecia próximo ao local do evento, então lá fomos nós. De fato, a rua era do lado do parque. O único senão é que sua área é imensa e, quando avistamos a distância da qual estávamos do palco, desistimos da dura empreitada de ir caminhando e voltamos para o carro com o rabo entre as pernas bastante frustrados e quase dispostos a desistir.
Resolvi então, entrar em um dos estacionamentos disponíveis mais uma vez para procurar alguma vaga, que lá estava a nos esperar. De qualquer forma, já eram quase nove da noite e, tendo o show começado às sete e meia, senti-me bastante desapontado.
Ao sair do carro, observei muita gente deixando as dependências do parque e logo pensei que o concerto tinha acabado. Não tinha. Faltava eu chegar. Quando, enfim, atingi meu objetivo, o maestro pegou o microfone e disse: “Júlio, cara, essa é pra ti!”
2 comments:
Mas valeu pela Marcha Imperial no final do concerto! rsrsrsrsrs
Muito bom o vídeo, Julio!
Culpa da Dieni. :-)
Não tinha visto seu blog ainda. Agora já assinei. ;-)
abs
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